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Silêncios

Poesia

Silêncios

Poesia

Por cada Mulher que Morre

25.11.20 | Silêncios | comentar
        Que maior abominação.Pode ser a de amar.Quem se carregou no ventre.Que mais tarde se transforma...Em quem friamente calcula a forma, de te assassinar?  Por cada Mulher que morre.Cem, se hão levantar!Contra quem desfere o golpe. (...)

Pó de Ouro

24.11.20 | Silêncios | comentar
    Beijada por uma chuva miúda. Parece que a minha janela chora, não sei porquê. Iluminada, faz inveja as estrelas. Dá gosto vê-la.   Salpicada por gotas minúsculas douradas... Pelas luzes reveladas,  lembra pó de ouro espalhado, (...)

Abençoados os Loucos

18.11.20 | Silêncios | comentar
        Alguns olham-me de alto a baixo. Com os seus olhares de desdém. Gracejam sobre o que faço. Pensam que não entendo o motejo. Pr'a eles... sou um percevejo. Ainda assim interessante. Ou não seria constante, a sua curiosidade (...)

Alma Antiga

18.11.20 | Silêncios | comentários (2)
      É o teu olhar unguento... O único alívio e tratamento,  sobre as minhas feridas abertas. Eu venho de eras perdidas.  Andei sobre galhos e urtigas. Esfacelei pés e mãos, em glaciares e rochedos.   São os teus lábios, melopeia. (...)

Prece ao MENINO REI

18.11.20 | Silêncios | comentar
        Ao Menino pequenino. Homem, depois sofredor. Que se doou por amor, em nome da Humanidade. Dirigimos as nossas preces fragilizados, p'la dor. Neste momento de treva. Ao Menino... Que nos aconchega. E ama apesar, dos pesares. Ao Menino... (...)