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Silêncios

Poesia

Silêncios

Poesia

Pó de Estrela

16.10.20 | Silêncios | comentar
      Nasce-se sob a erva orvalhada.Tenra e fresca. Verdejante.Passa a vida num instante...  E a erva antes viçosa. É hoje palha mimosa.Fofa e também cheirosa.Onde o nosso corpo descansa.  E a pressa que antes tínhamos de (...)

O Vento nos Ramos

15.10.20 | Silêncios | comentar
        Voga a  canoa rio abaixo. Na margem, o som do vento nos ramos. À roda, círculos que dão origem a círculos. Atrás, fica um caminho em pleno rio. Além... Uma ponte, deixa-a passar sem exigir taxa. Nem salvo-conduto. Despedi (...)

Num rompante

08.10.20 | Silêncios | comentar
      Além escarpas...   O Mar! O Horizonte todo ao meu alcance. Pudesse dar um só passo em frente. Lançar-me, de rompante.   A queda sendo abrupta. E o desfecho fatal.... Teria morrido sem culpa. Voado!  Afinal.    

Lugar Escuro e Solitário

07.10.20 | Silêncios | comentar
      Lá... onde o meu coração bate. Não há vivalma. Somente... Sangue e vasos.   Lá... onde o meu coração bate. Como podes existir, também? Seres a grande razão de pulsar, mais acelerado. Se observado à lupa...   Não há (...)

Renascer das Cinzas

05.10.20 | Silêncios | comentar
        A minha alma violentada arrastou-se pelo chão. Um rasto fino e incerto de sangue fresco, atrás de mim. Ruim, ver alguém destroçado... Por quem nada se pode  fazer.   Há dores que só o próprio consegue domar. De chicote na (...)

Simplesmente

27.09.20 | Silêncios | comentar
      Há uma janela aberta. Mostrando um céu infinito. Simplesmente, só em vidro. Sem cortinas, para a enfeitar.   Talvez não seja o céu, mas o mar. Que aquela janela mostra. Sem paredes, tecto ou chão... Está  simplesmente ali posta.   (...)

À minha casa. À minha cama...

16.09.20 | Silêncios | comentar
      Ao mar... Às vagas. Às gaivotas e às suas asas. Ao areal. Ao nevoeiro  matinal. Ao sabor a sal. Intemporal...   A tudo o que fica. Quando eu me for. À minha casa. À minha cama. A ti, amor, hei-de voltar. Como o vaivém (...)

Sabes?

10.09.20 | Silêncios | comentar
      Há dores que nos silenciam e anulam. Dores que nos sufocam. E desfazem. Dores que aos outros,  não parecem dores, por não verem... As dores, que sofremos a sós. Guardamos, para nós. Dores que nos transformam e mesmo depois, dilaceram. (...)