Comme d'habitude.

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Ouço dizer vezes sem conta que choveu.
Tremendamente!
Trovejou como nunca, talvez.
Que o vento quis ser originalmente violento.
E não conseguiu.
Na minha idade.
Sabe-se que outros ventos foram mais trágicos.
A chuva calamitosa.
E o trovejar intermitente quem nem lâmpada fundida.
Tirou vidas.
Que o Outono malquisto será sempre culpado.
Porque no Estio a culpa morre solteira, comme d'habitude.
E se por acaso chover na Primavera...
É do Inverno o malefício (ainda).
Sabe-se afinal tanto e tão pouco dos elementos.
Eu que apenas, entre carga d'água, trovões e rajadas.
Acordei na a minha cama deitada.
Sei que esta é mais uma borrasca, mas piores virão.
Que o homem gere o mundo a seu contento...
Mas nunca controlará a chuva, o vento, ou o trovão