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Silêncios

Talvez poesia, talvez nada. Um sondar d'alma e pouco mais

Silêncios

Talvez poesia, talvez nada. Um sondar d'alma e pouco mais

Seg | 27.12.21

Dormência

Maria

 

 

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Desperta-me...
Dá-me um forte abanão!
Grita-me como um trovão.
Tenta pegar-me na mão.
Rasgar-lhe a pele com a unha.

Provoca-me...
Faz-me reagir.
Que não me sinto acordada!
Talvez nem viva, nem nada. 
Precise ressuscitar.

 

Já chove há dias lá fora.
Mas parece-me inútil agora.
Insuficiente...
É decerto. Este tempo encoberto.
P'ra fazer-me despertar.

 

 

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