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Silêncios

Poesia

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25.11.20

Por cada Mulher que Morre

Silêncios

 

 

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Que maior abominação.
Pode ser a de amar.
Quem se carregou no ventre.
Que mais tarde se transforma...
Em quem friamente calcula a forma, de te assassinar?
 
 
Por cada Mulher que morre.
Cem, se hão levantar!
Contra quem desfere o golpe.
E uma justiça assaz torpe...
Que liberta esses covardes, mesmo depois matar.
 
 
Uma sociedade que falha.
Na defesa dos seus alicerces
Como é toda a Mulher.
É digna de vergonha e nojo!
Não ser chamada de todo, uma Sociedade sequer.