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Silêncios

Poesia

Silêncios

Poesia

Alma Antiga

18.11.20 | Silêncios | comentários (2)
      É o teu olhar unguento... O único alívio e tratamento,  sobre as minhas feridas abertas. Eu venho de eras perdidas.  Andei sobre galhos e urtigas. Esfacelei pés e mãos, em glaciares e rochedos.   São os teus lábios, melopeia. (...)

Talvez

15.11.20 | Silêncios | comentar
        Talvez beber ajudasse Fumar... Se eu fumasse. Talvez praguejar minorasse. Passar a mão pela chama. Na cera que a vela derrama.  Talvez assobiar, afastasse. Se o sopro me saísse... Um silvo apropriado. Talvez... Cantar um (...)

Estrela d'Alva

12.11.20 | Silêncios | comentar
      Sou pinheiro. Urze. Folha. Sou Canela e Hortelã.   Eu sou, pétalas de malmequer. Sou o útero da Terra. Os segredos que o Mar não revela. A primeira ave na Primavera. Sou a Estrela da Manhã.      

Não Sei...

09.11.20 | Silêncios | comentar
      Não sei as pedras sentirão os meus pés descalços. Se guardarão o seu quente, secos.  As do mar...  O seu húmido, salgado. Quando de seixo em seixo, molhado... Ouso saltitar.   Não sei se os campos sentem o meu cuidado ao andar. (...)