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Silêncios

Poesia

Silêncios

Poesia

A união faz a força

15.11.20 | Silêncios | comentar
      Mãe! Temos de chegar ao Natal. Depois são mais vinte dias. Quatro meses. Não tarda, mãe... alcançaremos mais meio ano.   Não custa nada. E se parecer difícil. Não contamos p'los dedos. Exorcizamos o medo. Como os políticos (...)

Fossem minhas as Borboletas

30.10.20 | Silêncios | comentar
        Fosse esta rua minha.  Colocava-lhe o teu nome. Fosse o Amor, espiga. Nunca mais terias fome!   Fossem minhas as borboletas. E todas as árvores de fruto... Serias de todos os poetas. O rimar absoluto.   E amar-te continuaria a (...)

E tudo o vento levou...

19.10.20 | Silêncios | comentar
    Onde estavam as marcas dos teus passos, que eu idolatrava. Choveu torrencialmente.  O vento fez das suas e partiu. Para trás, parece-me ser já um hábito ficar eu.   Rebuscando no lodaçal que ficou... Memórias de ti. Que a chuva (...)

Promessa

09.10.20 | Silêncios | comentar
        Não hão-de os meus olhos chorar mais, por ti.  Juro-to por todas as Estrelas, no céu. Não há-de devorar-me mais, o que senti. Os meus dias serão claros e não, de breu. Amarrarei um sorriso no meu rosto. Podem os meus (...)

Sonhar-te...

25.09.20 | Silêncios | comentar
      Sonhar-te. De que vale? Ter dedos e não, te tocar. Olhos e não te enxergar. Lábios e não te beijar... Servindo-me só para evocar-te. Sem nenhuma entidade ouvir.   Diz-me... Para quê sonhar-te? Viver uma vida a ansiar. O que (...)

Dentro do meu peito

22.09.20 | Silêncios | comentar
      Dentro do meu peito, um ninho. Um lugar onde te deitas. Numa cama de dossel. Paredes feitas de mimo. Chão atapetado de flores. Cortinas de suaves cores. Tecto de favos de mel.   Dentro do meu peito,Tu! E na cabeceira... Bordado. Um (...)

Porquê?

21.09.20 | Silêncios | comentar
        Porque me inquietas? Nas noites agora, muito mais frescas. Quando as estrelas brilham mais... E os arrepios da pele, nos pedem outro agasalho.   Porque sinto que me faltas? Gostava de estender a mão e encontrar os teus dedos. Par (...)

Marca d'Água

14.09.20 | Silêncios | comentar
      Em toda a parte o teu nome! Nos prédios, nas pontes, nas árvores, no céu. Em toda a parte o teu nome e este amor inultrapassável... Que até fez esquecer, o meu.   Em toda a parte o teu rosto. O teu cheiro. O teu jeito, a dicção. (...)