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Silêncios

Talvez poesia. Um sondar d'alma e pouco mais.

Silêncios

Sempre viva!

01.12.25, Maria Ribeiro
  Imagem: I love flores Cinco anos de saudade, mas da tua presença sempre. Sempre em mim!   Onde residem as almas. Esse lugar atapetado de estrelas. Orlado das mais lindas flores. Colunas de alabastro ornamentadas de hera, suspendem balouços de puro cristal... E a abóbada celeste reluz.   Esse lugar onde a paz inunda os corpos. A clarividência jorra como a água das fontes. O ressentimento deixou de existir. E tudo ficou feito por fim. Aí, onde continuas a zelar por mim. Que (...)

Alma doce e bondosa

27.03.25, Maria Ribeiro
    Creator: LianeM | Credit: Getty Images/iStockphoto     Não te ofertarei flores, nem um beijo amanhã.  Mas tenho-os sempre reservados para ti, aqui, Dou-me só conta agora como o tempo foge…   Num fechar de olhos fiz-me mulher e luto vesti.  Porém, por te não dar beijos nem poder abraçar-te E estar deste lado, tu daí sem saber onde, Nada me impedirá de beijos endereçar-te, Nos volteios desse insensível tempo que foge.  Querido pai. Pesa-me o coração mais (...)

Sem me saberes sempre contigo

21.01.25, Maria Ribeiro
    Imagem: Homeflora   Hoje o dia é teu! É tua a mágoa. Esta tez carrancuda. O alinho desalinhado na aparência. As questões de sempre. Os arrependimentos do costume. Os desconforto em todo o lado. As lágrimas. A ira que sopra agreste a meu favor. A inabilidade do que fazer ao amor. Se há perdão? Vida além da morte? Não que importe. Mas convinha o reencontro. Cerzir os pedaços rôtos. Continuar o não feito. Estreitar-te no peito. Pentear-te a cabeça rala. Com os lábios (...)

Porque não me basta evocar-te, Mãe!

30.11.24, Maria Ribeiro
    Se na chama desta vela. Na face de uma estrela, ver-te fosse possível. Abraçar-te de fio a pavio. Derreter de Amor entre soluços e lágrimas. Enterrar de vez a Saudade fundo. Para lá dos confins do Mundo! Rasgar esta falta, liquefazer o gelo que me traz transida. Beijar-te. Embebedar-me de olhar-te. Porque não me basta evocar-te. Escrever para honrar-te. Carpir.  E ir-me... Depois. Encarar a vida