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Silêncios

Talvez poesia, talvez nada. Um sondar d'alma e pouco mais

Silêncios

Talvez poesia, talvez nada. Um sondar d'alma e pouco mais

Qui | 02.12.21

Um Natal em Consciência

Maria

 

 

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É Natal!
Morre-se menos, que antes!
Ouvem-se consciências ressonar,
dormindo sem incidentes.


Ide dizer aos que perderam pai e mãe hoje...
Filho, filha, avó, avó, noutro dia.
Repeti a quem está só...
É Natal!  Haja alegria!

É Natal!
Florescem livros nos escaparates
Brinquedos nas prateleiras.
Se há fome, nas fileiras... não se nota.


É Natal!
O presidente passeia. 
Até os testes, adquirem asas. 
Para que na rua ou nas casas, jamais o Natal se adie.


Natal é também capital
Para onde se viaja.
Paraíso tropical,
Que partilha numa página.

 

É Natal!
Temos "Príncipes do Nada."
Vagabundos no passeio,
que dormem num vão de escada.


É Natal!
Está a rua iluminada.
Há mais lugares vazios à mesa.
Vacinem-se, divirtam-se consumam... sem consciência pesada.